(65) 99982-6701 Cuiabá-MT
Crédito & Recuperação

Simulador de Recuperação de Crédito

Responda 8 perguntas e descubra a probabilidade de recuperar o seu crédito.

Diagnóstico de Recuperação
2 minutos · sem cadastro
Estimativa educativa. O resultado pondera os fatores que mais pesam na recuperação de crédito, mas não é parecer jurídico nem garantia de resultado. A viabilidade real depende da análise dos documentos e da situação patrimonial do devedor.
Resumo rápido

Recuperar um crédito é transformar uma dívida inadimplente em dinheiro no caixa. A chance de sucesso depende, sobretudo, de ter um título executivo (contrato assinado, nota promissória, cheque), de garantias (hipoteca, alienação, avalista) e de agir antes da prescrição. Com título e garantia, cabe execução direta; sem eles, o caminho é mais longo.

O que é recuperação de crédito

Recuperação de crédito é o conjunto de estratégias — extrajudiciais e judiciais — para receber um valor que alguém deve e não pagou. Vale para empresas que vendem a prazo, credores de contratos, produtores rurais, prestadores de serviço e qualquer pessoa que emprestou e não recebeu.

Não existe fórmula única: o melhor caminho depende dos documentos disponíveis, da situação do devedor e do tempo de inadimplência. Por isso o simulador acima faz um diagnóstico a partir desses fatores.

Título executivo: o fator decisivo

Este é o ponto que mais muda o jogo. A lei divide as dívidas em duas grandes categorias:

  • Com título executivo (contrato assinado por duas testemunhas, nota promissória, cheque, duplicata, confissão de dívida): permite entrar direto com ação de execução, pedindo penhora de bens e bloqueio de valores, sem precisar antes "provar" a dívida.
  • Sem título executivo: exige primeiro uma ação de conhecimento (ou monitória) para reconhecer a dívida; só depois se executa. É um caminho mais longo.
Na prática: ter um contrato assinado ou uma nota promissória pode encurtar anos de processo e elevar muito a chance de recuperação. Se você empresta ou vende a prazo, formalize sempre.

Garantias: o que faz o crédito valer

Ganhar a ação é metade do caminho; a outra metade é encontrar patrimônio para satisfazer o crédito. É aí que as garantias entram:

  • Hipoteca: um imóvel responde pela dívida — garantia real forte.
  • Alienação fiduciária: o bem (veículo, imóvel, máquina) fica vinculado até a quitação; a retomada costuma ser mais rápida.
  • Avalista ou fiador: uma segunda pessoa responde pela dívida, ampliando o patrimônio disponível.
  • Sem garantia: a recuperação depende de localizar bens do devedor — possível, mas mais incerto.

Cobrança extrajudicial x judicial

Nem toda recuperação precisa virar processo. Muitas vezes a via extrajudicial é mais rápida e barata:

ViaFerramentasQuando usar
ExtrajudicialNotificação, protesto, negativação, acordoPrimeiro movimento; pressiona sem custo de processo.
ExecuçãoPenhora, Sisbajud, RenajudQuando há título executivo e/ou garantia.
Ação monitóriaProva escrita sem força executivaHá documento (e-mail, boleto), mas não é título executivo.
Ação de cobrançaAção de conhecimento comumProva precisa ser construída no processo.
Em casos de baixa probabilidade, um acordo bem negociado costuma ser o melhor resultado — receber uma parte com segurança pode valer mais do que uma vitória incerta anos depois.

Prescrição: o relógio corre contra você

Toda dívida tem um prazo para ser cobrada. Passado esse prazo, o direito de exigir judicialmente prescreve. Alguns exemplos gerais:

  • Cobrança geral (art. 206, §5º, do Código Civil): 5 anos.
  • Execução de cheque, nota promissória e outros títulos: prazos mais curtos (frequentemente de 3 anos para a execução), variando conforme o título.
  • Cada situação tem sua regra — por isso a data da inadimplência é uma das perguntas do simulador.
Não deixe prescrever. Quanto mais antiga a dívida, menor a chance — tanto pela prescrição quanto porque o devedor pode dilapidar o patrimônio. Agir cedo é a decisão mais importante.

O que aumenta a probabilidade de receber

  • Ter título executivo (contrato, nota, cheque).
  • Contar com garantia real ou pessoal.
  • Existir reconhecimento da dívida pelo devedor.
  • A dívida estar protestada (formaliza a mora e pressiona).
  • Agir rápido, antes da prescrição e da dilapidação de bens.
  • Ter estratégia jurídica — escolher a ação certa faz enorme diferença.
Fez o diagnóstico acima? Solicite a análise gratuita: a AGA Advocacia avalia seus documentos e indica o caminho com a melhor relação entre custo, prazo e chance de êxito.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Simulador de Recuperação de Crédito

Como recuperar um dinheiro que emprestei e não recebi?

O caminho depende do que você tem em mãos: com título executivo (contrato assinado por duas testemunhas, nota promissória ou cheque) cabe execução direta, com penhora de bens; sem ele, usa-se ação monitória ou de cobrança. Faça o diagnóstico acima para estimar sua chance e, para agir sobre o caso real, peça a análise gratuita da AGA Advocacia.

Dá para cobrar uma dívida antiga? Qual é o prazo de prescrição?

Depende do título: a execução de cheque e nota promissória prescreve em prazos curtos (em regra 3 anos), enquanto a cobrança comum tem prazo de 5 anos (art. 206, §5º, do Código Civil). Passado o prazo, perde-se o direito de exigir a dívida em juízo — por isso, quanto antes agir, maior a chance de recuperar. Na dúvida, a AGA verifica se o seu crédito ainda é exigível.

O que é título executivo e por que ele importa tanto?

Título executivo é o documento que permite executar a dívida diretamente, sem precisar antes comprovar em juízo que ela existe — como contrato assinado por duas testemunhas, nota promissória, cheque e duplicata. Ter um título encurta anos de processo e eleva muito a chance de receber. A AGA avalia seus documentos e define a via de cobrança mais rápida.

Vale a pena entrar na justiça para cobrar uma dívida?

Vale quando há título ou provas e o devedor tem patrimônio localizável — nesse cenário a execução, com bloqueio de contas (Sisbajud) e de veículos (Renajud), tende a ser eficaz. Em casos mais difíceis, um acordo bem negociado costuma ser o melhor resultado. A AGA Advocacia indica o caminho com a melhor relação entre custo, prazo e chance de êxito.

Quanto custa e quanto tempo leva para recuperar um crédito?

Não há prazo fixo: a execução de um título tende a ser mais rápida que uma ação de conhecimento, e os custos envolvem custas judiciais e honorários, muitas vezes ajustáveis ao êxito. O que mais influencia o resultado é agir cedo, antes da prescrição e da dilapidação de bens. A AGA avalia o custo-benefício do seu caso sem compromisso.

Transforme o cálculo em estratégia

Números indicam o caminho; a decisão certa vem da análise jurídica. Converse com a AGA Advocacia sobre o seu caso concreto.